Iniciativa prepara 800 jovens para o mercado de tecnologia em 7 capitais brasileiras

No mês de agosto, o Instituto Reciclar deu início ao Programa de Formação em Tecnologia. A iniciativa prepara 800 jovens de 14 a 29 anos com uma formação integral voltada para o mercado de trabalho, combinando habilidades técnicas (hard skills em tecnologia) e socioemocionais (soft skills para a carreira), além de oferecer ensino de inglês e mentoria direcionada à empregabilidade.
A implementação conta com parceiros locais em sete capitais brasileiras de diferentes regiões do país: Belém (PA), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). A capacitação é de formato online, com 7 meses de duração.
Onboarding com mentores e jovens participantes
Os primeiros passos da formação foram os encontros de onboarding. Além de demonstrar aos jovens participantes como é o ambiente digital de aprendizagem, reunimos também os mentores que se voluntariaram para contribuir na formação dos inscritos. A experiência com profissionais que já atuam no mercado de trabalho é parte fundamental do Programa, uma vez que fortalece o conhecimento dos jovens a respeito do que o mercado de trabalho espera deles na busca do primeiro emprego.
Capacitação que atendem às expectativas do mercado de trabalho
Durante os 7 meses de formação, os jovens terão aprendizagem focada nas linguagens de programação como JavaScript e Python e no uso da inteligência artificial em projetos reais do contexto do mundo do trabalho. Isso se conecta com os achados da pesquisa Panorama Juventudes e o Futuro do Trabalho, produzida pelo Instituto Reciclar. Para 75% dos entrevistados, a inteligência artificial e machine learning estão entre as hards skills que serão mais requeridas dos jovens na entrada do mercado de trabalho nos próximos 5 anos.
Porém, a pesquisa demonstra que essa formação técnica precisa vir acompanhada de habilidades socioemocionais. Entre as empresas consultadas no estudo, 92% disseram que valorizam mais competências socioemocionais do que certificações formais na contratação de jovens. Além disso, metade das organizações dizem que o ensino médio e técnico prepara pouco ou não prepara adequadamente para a realidade do mercado de trabalho. Na prática, isso implica em exigência de habilidades socioemocionais, entre elas se destacam: comunicação (83%), inteligência emocional (75%), pensamento crítico (58%), resolução de problemas (50%) e proatividade (50%).
Damos as boas-vindas a cada jovem e mentor que começa essa jornada conosco. Serão meses de muitas trocas e aprendizados que impulsionarão novas realidades!
