Jovens que já estão no curso técnico compartilham rotina de estudos com a turma que começará a formação técnica em 2027

No dia 18 de setembro, o Instituto Reciclar realizou a Feira de Troca de Experiências de 2026. O encontro, que aconteceu nos períodos da manhã e da tarde, tem como objetivo apresentar aos jovens do ano 1 quais opções de curso técnicos eles têm para seguir a partir do segundo ano de formação no Instituto Reciclar.
Para isso, jovens do ano 2 do Programa Educacional, que já estão na formação técnica em escolas de referência de São Paulo, montaram estandes para compartilhar suas experiências. Eles contaram como é a rotina de estudos, o que já aprenderam e deram dicas práticas de como o Instituto Reciclar os apoia nesta fase.
Essa interação abre os horizontes dos jovens do ano 1 e os ajuda a escolher um curso técnico que combina com suas habilidades e projeto de vida. Os últimos meses do ano serão dedicados à etapa final de preparação para os processos seletivos de escolas técnicas.
Sophia Lima, jovem do ano 2 e estudante do técnico em Informática no Senac, conta que a Feira do ano passado a ajudou a decidir pela carreira de tecnologia que está seguindo.
“A Feira do ano passado foi importante porque me ajudou a conhecer melhor os cursos antes de escolher. Eu ainda não tinha certeza do que queria fazer, mas quando conheci mais sobre Informática e vi que tinha coisas que realmente me interessavam, comecei a considerar a área de TI. Hoje, vendo tudo que já aprendi no curso, acho que foi uma escolha que combina bastante comigo”, explica.
Voltar ao Reciclar na Feira é também uma forma de retribuir o que aprendeu e transmitir o conhecimento que está recebendo na formação técnica. “Eu gostei principalmente de poder conversar com os alunos do ano 1, tirar dúvidas e mostrar um pouco de como funciona o curso de Informática na prática”, conta a jovem.
Iara Penaforte, jovem do ano 1, conta que participar da feira contribuiu para a consolidar qual área deseja seguir. “A Feira de Ideias me abriu portas para conhecer mais os cursos técnicos e também o mercado de trabalho. As pessoas que apresentaram os cursos foram comunicativas e empáticas, ajudaram a entender como lidar com a rotina, com um olhar acolhedor para quem ainda não está no curso. Eu já pensando na área da saúde e a Feira me motivou a continuar com o projeto de ir para essa área. Eu gostei muito do curso de Análise Clínicas”, conta a jovem.
